QUEM ENSINA SEMPRE APRENDE |
30.6.07Auto-avaliaçãoÚltimo dia de junho, último dia do semestre. O robô sapiens não avalia o que faz: são os seus chefes que observam e julgam seu desempenho. O homo sapiens (nem sempre tão sapiens) tende à auto-avaliação. Não vou, é lógico, expor-me tão despudoradamente, mas estou fazendo a minha auto-avaliação sincera ("sem cera", isto é, o mais depurada possível), e detectando progressos e regressos, lacunas e preenchimentos. Uma boa auto-avaliação, sempre parcial, leva à festa, no caso das conquistas, e ao arrependimento, no caso dos naturais fracassos. O mais importante, porém, são os projetos. Pro... jetar. Pro... lançar. Pro... videnciar. Lançar para a frente novas idéias, retomar trabalhos, recuperar caminhos. Os animais morrem quando morrem. Os seres humanos morrem quando morrem os seus projetos. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 29.6.07Presença virtualConforme eu esperava, o www.perisse.com.br reapareceu. Como é bom voltar a existir virtualmente... Publicado por GABRIEL PERISSÉ 29.6.07 - Problemas no site Desde ontem, quem acessa o www.perisse.com.br, lê a seguinte informação: Bandwidth Limit Exceeded The server is temporarily unable to service your request due to the site owner reaching his/her bandwidth limit. Please try again later. Em outras palavras, o domínio foi bloqueado, pois excedeu o limite de tráfego mensal. Isso é mau e é bom. Muita gente acessando levou ao bloqueio. Espero que hoje de manhã tudo se resolva. O aumento de acessos se deve, acredito, ao fato de que educação é cada vez mais o tema da hora. Muitas pessoas estão na internet lendo sobre o tema, pesquisando sobre o tema. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 28.6.07Por todos os deuses!Na antigüidade grega, tínhamos Júpiter e Juno, Sísifo e Narciso, Dionísio e Héracles. Depois vieram Quixote e Gulliver, Alice e Robinson Crusoé. Hoje, temos Homem-Aranha e Super-Homem, Rambo e Carlitos. São deuses e semi-deuses, figuras que nos espelham e nos explicam, por vezes afirmam o que somos, contrariando o que pensamos sobre nós. Mas é preciso alfabetizar-se para entender essas divindades, nem sempre divinas, demasiadamente humanas. ![]()
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 27.6.07Violência... violência...Casos recentíssimos de violência no Brasil: um casal assassinado por assaltantes em São Paulo, o namorado que mata a namorada em Alagoas, os estudantes que espancaram a empregada doméstica no Rio de Janeiro... A violência nos deixa perplexos, e assustados. Comentários indignados ecoam no vazio, talvez. Os professores (que também experimentam todo tipo de violência) se sentem de algum modo responsáveis. São muitas as causas da violência. Múltiplas causas que se entrelaçam e tornam o problema complexo demais para fáceis soluções. Teremos que pensar em várias questões: a crise da vida familiar, o uso de drogas, o abuso da bebida alcoólica, a perda de parâmetros existenciais. A violência é gerada pelo vazio. Onde faltam valores, cresce o deserto. E como não lembrar o caso do menino João Hélio? Reproduzo abaixo matéria que saiu hoje no Jornal carioca O DIA: A falta que ele faz Baixista do Barão Vermelho lança disco solo com música que lembra João Hélio e encontra os pais do garoto Ana Carolina de Souza Rio - Na luta contra a violência, o rock pede passagem. Baixista do Barão Vermelho, Rodrigo Santos lança o primeiro disco solo, ‘Um Pouco Mais de Calma’, que traz entre as faixas a música ‘Cidade Partida’, composta a partir do assassinato de João Hélio Fernandes, 6 anos, morto covardemente em assalto na Zona Norte. A convite de O DIA, Rosa Cristina e Elson Vieites, pais do menino, foram à casa do músico, num encontro emocionante. Na noite de 7 de fevereiro, o carro onde estavam João, Rosa e Aline, 14 anos, irmã do garoto, foi cercado por bandidos. As duas conseguiram sair do veículo, mas os criminosos arrancaram e o garoto, preso ao cinto de segurança, foi arrastado por sete quilômetros. Dia seguinte, a barbárie foi capa de todos os jornais. “Quando vi a manchete fiquei chocado, tentei me colocar no lugar dos pais. Fechei o jornal naquele dia e escrevi a música chorando muito”, lembra Rodrigo, pai de Leonardo, 8 anos, e Pedro, 10 meses. Pasmo com o caso de João Hélio, Rodrigo diz que começou a questionar o valor da vida. “Depois de ler a reportagem, pensei: ‘Caramba! A vida humana não significa porcaria nenhuma’. Esses desalmados devem pensar: ‘Não sinto nada por essa pessoa, nem conheço, vou matar’”, indigna-se. “A sociedade civil tem que chamar a atenção do governo para o que está acontecendo. Não podemos deixar que os casos de violência se transformem apenas em estatística. Estamos abertos para tudo que possa sensibilizar as pessoas e a música ajuda”, diz Elson. “Quem sofre a perda continua sempre com a dor, mas temos que buscar transformações”, completa Rosa. No momento mais emocionante do encontro, Elson lembrou detalhes do dia-a-dia de João Hélio. “A dor da perda é uma ferida constante. O João era muito ativo e carinhoso, a todo instante a gente lembra dele. Quando íamos a uma lanchonete, ele pedia: ‘Quero caaa-tchup!’, ou quando me abraçava, que eu brincava: ‘Abraça mais forte, rapaz’”, conta o pai, com os olhos cheios d’água. Para Rodrigo, a solução para combater os problemas sociais está dentro de casa. “É importante que a educação passada de geração à geração seja de qualidade”, diz o músico. Rosa concorda e lembra o caso da empregada doméstica Sirlei de Carvalho, 32, espancada por jovens de classe média no último fim de semana. “É dever dos pais ensinar o que é certo e errado”, fala a mãe. “Não adianta jogar toda a culpa no Estado, tem que ver como anda a situação dentro de casa”, diz Elson. TRABALHO DE FORMIGUINHA A luta contra a violência pelos pais de João Hélio não é tão simples. “É difícil, é um trabalho de formiguinha. Só aos poucos e com força de vontade a gente consegue”, diz Elson. Assim foi a batalha de Rodrigo Santos para largar as drogas. “O trabalho de formiguinha é o mais eficiente. Estou há dois anos longe do álcool e de outras substâncias”, conta o músico, que procurou terapia para ajudar. Para comemorar o recomeço, lançou o CD ‘Um Pouco Mais de Calma’, seu primeiro disco solo. Entre as músicas estão ‘O Peso do Passado’, com participação especial de Zélia Duncan, ‘Tempos Difíceis’ e ‘Nunca Desista do Seu Amor’, além de ‘Cidade Partida’, feita em parceria com George Israel. “A música é jovem e fala sobre a realidade urbana atual”, elogia Rosa. MÚSICA - ‘CIDADE PARTIDA’ (Rodrigo Santos/George Israel) A criança na porta da escola/ Sorrindo sem traços de dor/ Corre atrás de uma bola/ E não volta mais/ Os pais acendem uma vela/ Eles são dois e não mais três/ Inconsoláveis se perguntam/ Se só se morre uma vez/ Os heróis colados na agenda/ Não puderam lhe salvar/ E contam as horas em vão/ Esperando você voltar/ E agora a cidade se junta em pedaços/ Pra tentar dormir em paz/ E depois se parte em pessoas perdidas/ Vivendo como animais/ E a vida segue... segue... me dê a mão... a vida segue.../ Olhando pro espelho da vida/ Como você se sente assim?/ Com as perguntas que ficam no ar/ E que também faço agora pra mim/ Você um dia já pensou /Nas coisas que não viu?/ No tempo que perdeu?/ Nas drogas que ingeriu?/ No álcool que bebeu?/ Se a sua parte você fez/ Ou se dormiu demais?/ E das pessoas que ama, você cuidou?/ Ou deixou o amor pra trás?/ E de repente tudo pode mudar/ Num sopro do destino (...) Publicado por GABRIEL PERISSÉ 26.6.07Em italianoHegel dizia que começou a se entender melhor quando leu seus textos traduzidos para o francês. Não chego a tanto, mas é sempre interessante descobrir como escreveríamos se em outra língua escrevêssemos. Dois textos meus em italiano: Le nuove eresie di Perissé Gabriel Eresia, in una definizione poco ortodossa, è quella dottrina che ferisce una concezione del mondo e dell'essere umano in cui il mondo deve essere un bel luogo di convivenza e l'essere umano una persona la cui dignità è inviolabile. Le eresie non sono mere questioncine teologiche. L'arianesimo e il docetismo, due eresie cristiane del passato, erano pericolose per diffondere un concetto di vita le cui complicazioni comportamentali potevano portare l'umanità, di equivoco in equivoco, fino al suicidio Per il docetismo, dalla fine del I secolo in poi, tutto era immateriale, tutto era spirituale... che la carne umana si trasformava in illusione, permettendo, per esempio, di indicare il sesso come luogo impuro. Nel caso dell'arianesimo (da non confonderlo con l'altro arianesimo, l'eresia nazista), del IV secolo, predicata da Ario, un prete alessandrino, ogni persona può redimersi alla forza delle sue qualità e conquistare la verità con il suo potere personale, quello che porta ad una prepotenza insopportabile Tali dottrine furono vinte e siamo in qualche modo vaccinati contro le loro possibili riapparizioni. anche se mascherate con altri nomi. Oggi, però, più potenti eresie si presentano, e contro esse sembriamo indifesi. Due di queste sono il videismo e il possessismo. Il videismo consiste nella compulsione a vedere. Vogliamo vedere tutto... soprattutto dalla televisione, bibbia di lettura obbligatoria: Vogliamo vedere fino a dove arriva la mano, i rottami dell'aereo caduto, le facce dei felici e degli infelici. La prepotenza di vedere. Io ho visto, punto. Tu non hai visto? sei sfigato. Mentre il possessismo è la compulsione a comprare, avere, acquisire, sia quel che sia, tanto che arriviamo a casa con pacchi, casse, sporte o siamo usciti in strada inutilmente. Sei uscito e non hai preso niente? Eresie insidiose perché ci sembrano una cosa naturale, e un certo modo è naturale vedere e comprare. Che c'è di sbagliato nel comprare quello di cui abbiamo bisogno per il nostro conforto, per il nostro benessere? Che c'è di peccaminoso nello stare davanti alla TV per ore? Il videismo e il possessismo, come ogni buona eresia, strappano un pezzo di verità e l'esagerano. Antidoti? Esercitare l'atto della visione e il sentimento di possedere in modo equilibrato, creativo. Arrivare dalla strada, per esempio, e dire: "Gente, ho visto un fiore!". tratto da wwww.correiodacidadania.com.br ed.306 nostra la traduzione ............................................................ Il dialogo, antidoto per la guerra di Perissé Gabriel In una recente intervista, commentando la magia che esiste nel creare una canzone, Paul McCartney diceva: "Trovo che la magia che esiste in questo è una questione di fede. Non la fede di una religione in particolare, cosa che mi allarma per il fatto che le religioni causano guerre. E' come una enorme credo spirituale in cui c'è qualcosa di veramente magico". E mi son messo a pensare sul potere magico dei luoghi comuni. Perché, a lato della suggestiva affermazione sul "credo spirituale" nell'arte (credo che non limita ed esige la conoscenza, in questo caso, della tecnica musicale), spunta la dichiarazione dell'ex beatle che le religioni causano guerre, frase tanto facile da ripetere, e tanto difficile da dimostrare. No, le religioni non causano le guerre. Difendere questa relazione di causa ed effetto sarebbe lo stesso che dire: "la scienza e la tecnologia fomentano l'industria bellica". O argomentare, sofisticando in altra direzione, che i media, diffondendo notizie di guerra, diffondono l'odio. La guerra nasce da una attitudine infantiloide. Il papa Giovanni Paolo II, in uno sforzo religioso e diplomatico, ha cercato di mostrare che il cammino verso la pace è quello della maturità umana e spirituale che conduce al "dialogo tra le civilizzazioni". Wojtyla sa che la guerra è provocata per mancanza di rispetto alla cultura dell'altro, alla religione dell'altro, alla libertà legittima dell'altro. E questa mancanza di rispetto non nasce dall'amore per Dio. Nasce dall'egoismo puerile che, nel punto minore, assale uomini e donne (per citare un esempio banale) nelle scaramucce dentro gli uffici per causa di un cestino per l'immondizia, di una sedia, di una cucitrice... Può accadere che le religioni siano usate come pretesto per atti contrari alla nostra specie, ma quello in cui si spera è che gli esseri umani veramente inspirati da una religione (sto pensando soprattutto alle religioni tradizionali, al Cristianesimo, al Giudaismo, all'Islamismo...) promuovano un dialogo in cui ascoltare l'altro sia la principale ambizione. "Il dialogo" scrisse Oscar Wilde quando era in carcere "è l'unico vincolo capace di unire due persone". Un dialogo di pace si realizza con parole sagge che stimolano la riflessione, e si sostenta, paradossalmente, quando immaginiamo corpi lacerati, case in rovina, sguardi vuoti. A proposito, l'incapacità di dialogare denuncia un imperdonabile peccato proveniente dalla superficialità. Il peccato della mancanza di immaginazione. Gabriel Perisse, scrittore. Tratto da Correio Da Cidadania n°270. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 26.6.07 - A escola no YouTube A presença irreversível do telefone celular na vida cotidiana causa transtornos nas escolas do mundo inteiro. O ministério da Educação italiano chegou a proibir recentemente que os alunos levassem suas infernais maquininhas para a aula, não só por causa das interrupções, mas também porque os usuários se divertem filmando tudo com as câmeras acopladas aos aparelhos. ............................................................ Este é o primeiro parágrafo de um artigo meu no Observatório da Imprensa: A escola no YouTube. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 25.6.07O professor e a violênciaAcabei de ser entrevistado pela CBN do Rio de Janeiro. Trata-se de um tema importante: a relação entre alunos e professores, muitas vezes marcada pelo desrespeito e pela violência. Casos de agressão em que o professor é vítima se multiplicam, e são, de certo modo, o refluxo de uma outra violência, mais antiga, em que o humilhado e agredido era o aluno. Mas há outros aspectos a salientar. Se o professor, como profissional, não tem valor perante a sociedade, não tem prestígio, também em sala será destratado. A solução possível compõe-se de muitas soluções. A mídia deve ajudar, divulgando, entrevistando, criando a possibilidade da polêmica. O MEC e as secretarias de Educação devem apoiar o professor, formá-lo melhor, remunerá-lo melhor. Os pais precisam apoiar o professor, colaborar com ele. E os professores, nós, precisamos recuperar nossa autoridade, por meio da competência. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 24.6.07Aula de anarquismoA escola e as câmeras acopladas aos celulares. Os alunos filmando colegas, professores, diretores. Um desses "cineastas" do cotidiano flagrou um professor que tentava dar aula sobre o anarquismo e não conseguia, e ficava chateado com isso! Se a classe não ficasse quieta como poderia entender o anarquismo? Publicado por GABRIEL PERISSÉ 22.6.07Com o Viva, vivendo e falandoEstive em Itajubá (MG), numa atividade do Viva e Deixe Viver, associação dedicada a formar contadores de histórias que, como voluntários, visitam a pediatria dos hospitais. A minha participação, neste momento, foi falar sobre os fundamentos filosóficos do voluntariado a pessoas que se candidataram ao primeiro processo seletivo nessa cidade mineira. É sempre entusiasmante conhecer pessoas dispostas a ajudar os outros de maneira generosa e incondicional. Amanhã cedo estarei em Mogi Guaçu (SP), com outro grupo, acompanhando o fundador do Viva, Valdir Cimino.
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 21.6.07Bom conselhoOntem, ligou-me um amigo em desespero. Estava no aeroporto, ia, iria, não sabia se partiria... destino: Manaus. Um caos. Não quis lembrar-lhe o conselho da nossa ministra do Turismo. Dei-lhe outro conselho. Compre um livro. Leia... e viaje. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 20.6.07 - A frase infeliz da ministra Antigamente, quando uma situação mostrava-se insolúvel, repetia-se a frase carregada de sabedoria: "O que não tem remédio remediado está". Se a ministra do Turismo, ao invés do infeliz "relaxa e goza", tivesse empregado outras palavras para nos pedir a virtude da paciência em relação à crise dos aeroportos, não perceberíamos tão claramente o tom de deboche. Ocioso lembrar que o contexto original do "relaxa e goza" é o estupro. A vítima dessa violência, sem poder reagir perante o inevitável, comporta-se de maneira "esperta"... e procura aproveitar a ocasião da melhor maneira possível. Este sapientíssimo conselho casa-se com aquele outro, que Paulo Maluf ofereceu aos estupradores nos idos de 1989: "Se está com desejo sexual, estupra, mas não mata". Amplificada pela mídia, pelos blogs, pelos comentários e piadas que todos faremos em todos os lugares, a frase de Marta Suplicy ficará "grudada" à sua imagem. Esse fenômeno aconteceu também com o "imexível" de Magri, com o "esqueçam o que eu escrevi" de Fernando Henrique Cardoso, com o "sou professor, estou ministro", de Eduardo Portella, responsável pela pasta da Educação no governo Figueiredo. A propósito, e se a ministra Marta tivesse assumido a Educação? Diante dos problemas da área, possivelmente adotaria postura semelhante. Professores com baixos salários? Escolas caindo aos pedaços? Repetência? Analfabetismo? Greves nas universidades públicas? Evasão escolar? Escolas sem luz elétrica? "Relaxa... e goza."
De re irreparabile ne doleas, diziam os romanos - é inútil sofrer pelo irreparável. Não adianta chorar o leite derramado... de hora em hora Deus melhora... o pior já passou... sei lá, qualquer frase seria melhor do que o "relaxa... e goza". A postura dos governantes não deve ser a do relaxamento. Ou talvez o que a ministra fez foi apenas deixar escapar algo que, longe dos microfones e holofotes, repete-se à boca pequena. Seria esta uma frase comum nas conversas dos ministros com seu presidente, ao analisarem os problemas nacionais? "Relaxa... goza." Estaremos fazendo tempestade (ou turbulências...) em copo d'água? Será por falta de assunto, de escândalos, de notícias, que a frase da ministra ganhou destaque, virou manchete? Em boca fechada não entra mosca, ou mosquito. Ou da boca sai o que de fato pensamos. A ministra Marta abriu o coração. Para ela, a melhor solução, no momento, é o mal menor deste gozo. Atrasos, vôos cancelados? Ladies and gentlemen, relaxem... e gozem. Publicado por GABRIEL PERISSÉ |