QUEM ENSINA SEMPRE APRENDE |
31.7.07Ontem, em S. José do Rio PardoLá, vi a cabana no interior da qual Euclides da Cunha escreveu Os Sertões. Bem pequena, onde (ou melhor, a partir de onde) suas palavras podiam alongar-se. A casa está coberta por uma proteção de vidro, semelhante a uma redoma. E a palestra, à noite (depois de ter estado em Itaú de Minas na parte da manhã), foi em clima quente e frio. Apesar do frio congelante, estávamos todos animados com o fato de pensar juntos, analisar os sete pecados capitais contextualizados na realidade docente, descobrindo as virtudes educacionais. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 29.7.07AnalfabetismoO real combate ao analfabetismo (linguagem de militância) tem pelo menos três dimensões, que correspondem a três tipos de analfabetismo. O primeiro, simpliciter, é o analfabetismo de quem não sabe ler e escrever. O segundo é o chamado "funcional", em que a pessoa não "funciona", sabe ler mas não sabe ler, perde-se nas vírgulas e parágrafos — o texto, por mais simples que seja, é ainda uma região inóspita. O terceiro analfabetismo é o "literário", do qual são vítimas até mesmo pessoas com diploma universitário. O analfabetismo tipo 1, o simpliciter, está devidamente mapeado pelo MEC: Quanto aos tipos 2 e 3 (funcional e literário), temos de pensar na continuidade: o dia-a-dia, o esforço do indivíduo, e a presença dos demais criadores de cultura. Não basta alfabetizar e ser alfabetizado para assinar o nome e entender um bilhete... É necessário educar para a leitura interpretativa, para a leitura criativa. E aí entram no jogo da alfabetização existencial, primeiramente a família e a escola, e a mídia, os escritores, os jornalistas, os artistas, os editores, os cineastas, os dramaturgos etc. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 28.7.07MilitânciaMilitância educacional, será possível? Ou será... necessária? Militância com um pé na estrada e outro no estudo. Estudo e estrada, leitura e palestras, concentração e viagens. Inspirar e expirar. Caminante, no hay camino... Publicado por GABRIEL PERISSÉ 27.7.07ChegandoChegando de Guaraci (SP), Guaxupé (MG) e Santo Antônio do Jardim (SP). Foram dois dias intensos, contato com mais de mil professores, "papestras" sobre os sete pecados capitais e as virtudes da educação. Em Guaxupé, o evento é o tradicional Simeg, já em sua nona edição. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 25.7.07MaratonaNa sexta passada, Catanduva (SP); no final de semana, Jacobina (BA). Anteontem em Jaboticabal (SP), ontem em Orlândia (SP). Pausa. Mas a maratona continua amanhã: Guaraci (SP), Guaxupé (MG), Curitiba... No momento, respirar fundo (mesmo que não seja tão saudável respirar fundo na megalópole...), trocar as malas para botar o pé na estrada. E entre um ônibus e outro, continuar lendo o A utopia surgindo no meio de nós, de Luiz Alberto Gómez de Souza. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 24.7.07MilagreFoi por milagre ter saído na madrugada do dia 23 de Jacobina (BA), ter desembarcado às 5h30 em Salvador e, apesar do caos aéreo, da desinformação a que somos submetidos, da desorganização patente dos aeroportos, apesar da chuva em São Paulo, ter chegado a tempo de ministrar uma palestra em Jaboticabal (SP). O problema é que não podemos viver à base de "milagres brasileiros". E, pior, muitos não são abençoados por milagres desse tipo, e perdem reuniões de trabalho, não conseguem reencontrar familiares, faltam a compromissos de todos os tipos. Imagens sobre a situação temos aos montes, mas explicações e providências estão demorando além da conta... Publicado por GABRIEL PERISSÉ 22.7.07Jacobina, segundo diaHoje foi o segundo dia de trabalho em Jacobina: literatura infanto-juvenil e a educação. Os professores/alunos responderam muito bem às provocações de ontem. A maior recompensa de quem ensina é aprender com aqueles que aprendem. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 21.7.07JacobinaNeste momento, em Jacobina, no interior da Bahia. Uma espécie de Minas Gerais dentro do Nordeste. Cidade do ouro, como é chamada. Povo bom. Realidade a ser conhecida. Aprendizado na veia. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 19.7.07Vou conhecer várias cidades neste final de mês, entre elas Catanduva, no interior de São Paulo, Jacobina na Bahia, Guaxupé em Minas. A cada viagem dessas, não por turismo, mas a trabalho, sinto um pouco o que é o Brasil, ou "quem" é o Brasil. Carioca paulistano que sou (desde 1985 vivendo em São Paulo), vou descobrindo o país, o povo. Longo aprendizado, necessário, se queremos algo mais do que os livros nos dão.Publicado por GABRIEL PERISSÉ 18.7.07Choque, perplexidadeO que dizer perante as cenas da tragédia no aeroporto de Congonhas? Para quem mora relativamente perto, como eu; para quem já fez esse trajeto Porto Alegre-São Paulo, pela TAM; para quem (todos nós, acredito) pressentia que algo poderia acontecer depois que uma certa ministra mandou que relaxássemos... este acidente é fonte de perplexidade e tristeza.
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 16.7.07Anima Mundi 2007Ontem, no Memorial da América Latina, o último dia do Festival Anima Mundi. Valeu a pena! Vê-se que a escola brasileira ainda precisaria abrir-se para essa realidade. Formar seus pequenos artistas, dar-lhes espaço. Decorar a tabuada, como recomendou o governador José Serra numa entrevista, como grande saída da educação, é desconhecer novos campos de criação e trabalho. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 15.7.07Pensamento em diaÉ preciso dar tempo ao tempo para que o tempo nos dê tempo de entender o que só o tempo nos dá. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 14.7.07João Donato e Filó MachadoOntem à noite, espetáculo no SESC-Vila Mariana. Dois grandes artistas. O piano dialogando com o baixo. O baixo dialogando com a bateria. Músicos dialogando musicalmente com a platéia. A platéia ouve ativamente, aplaude com o silêncio, cantarola, movimenta a cabeça, une-se a quem está no palco. Filó Machado é um instrumento musical vivo. João Donato é a simplicidade genial. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 13.7.07A verdade de PinóquioLendo e pesquisando Pinóquio. A versão de Walt Disney faz do boneco um ser ingênuo, ao passo que na história de Collodi ele chega a ser cruel. Walt Disney desenhou uma baleia, mas é dentro de um tubarão gigante que Pinóquio se encontra com Gepeto. (Ilustração de Enrico Mazzanti, 1883)
A verdade de Pinóquio é que se tornou mito universal, sujeito a interpretações e adaptações as mais diversas. O rosto que deforma na hora da mentira. Ficamos desfigurados quando desfiguramos os fatos. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 12.7.07Montaigne e a questão da auto-estimaDas últimas dez capas da revista Veja, três dão destaque aos escândalos políticos, duas reeditam o clássico Papa x Darwin, a mais recente retoma a questão da saúde individual (relacionada a outra, sobre a luta contra os vícios), e outras duas referem-se a temas recorrentes da vida brasileira: racismo e emprego público. A edição 2.015 (4/7) estampa o coração do amor-próprio. A auto-estima como garantia de paz interior num mundo estressante, corrupto, violento. Na "Carta ao leitor", o editor cita Michel de Montaigne, cujos "ensinamentos embasam parte da reportagem especial sobre auto-estima". A fé em mim mesmo, ser o meu melhor amigo, acreditar em minhas capacidades – aí reside a mensagem fundamental dos livros de auto-ajuda. Isto já não é mais segredo, ou ainda é? Da lista dos livros atualmente mais vendidos, vários prometem revelar a chave secreta da felicidade: O Segredo, de Rhonda Byrne, Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker, e O Segredo dos Campeões, de Roberto Shinyashiki. No final do texto assinado por Rosana Zakabi, entendemos o porquê da capa. Graças a uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association, Veja descobriu que a auto-estima dos brasileiros está baixa. Já os franceses têm alta auto-estima... talvez porque lêem Montaigne no original! Em compensação, a mesma pesquisa demonstra que somos campeões em otimismo... talvez por não lermos Montaigne direito! O ensinamento do pensador francês, que fundamenta parte da reportagem especial, reduz-se a uma citação: "A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos." A frase poderia ser atribuída a Paulo Coelho ou Zíbia Gasparetto. O que a jornalista não fez (algum outro jornalista faria?) foi contextualizar a mensagem. Contextualizando-a, percebemos que Montaigne jamais poderia ter sido mencionado como "referencial teórico" dessa matéria. A frase pertence ao último capítulo dos Ensaios, no qual Montaigne discorre sobre a experiência como aprendizado. A uma certa altura, escreve: "de nos maladies la plus sauvage, c'est mépriser notre être". Tradução de Sérgio Milliet: "a mais terrível das moléstias é o desprezo pela vida". Essa moléstia se opõe à ciência de "savoir vivre cette vie", isto é, Montaigne não se refere ao "eu" que devemos amar sobre todas as coisas, mas à vida, a esta vida, à vida que Deus quis nos outorgar – "telle qu'il a plu à Dieu nous l'octroyer". Montaigne e Veja, nada a ver... Publicado por GABRIEL PERISSÉ 11.7.07TraduçãoComo eu escreveria um artigo em francês se em francês escrevesse? Essa pergunta só a internet para responder. O artigo foi publicado originalmente no Correio da Cidadania, em março de 2006, e traduzido por Adriana Aubert para o site Autres Brésils, mais exatamente neste link: Publicado por GABRIEL PERISSÉ 10.7.07Reação rápidaA descoberta de mau uso de verbas em convênios entre o MEC e outras entidades gerou uma reação rápida do ministro, conforme notícia do Portal G1 (07/07/2007): MEC corta verba para ONGs até fim de auditoria Cerca de 60 organizações não-governamentais serão afetadas com a medida. Turmas fantasmas e classes em presídios fechados estão entre os problemas. O Ministério da Educação (MEC) suspendeu, nesta sexta-feira (6), o repasse de verbas às 59 organizações não-governamentais (ONGs) do país que possuem convênio para executar o Programa Brasil Alfabetizado. De acordo com Iara Bernardi, representante do MEC em São Paulo, a decisão foi tomada após uma reunião entre a cúpula do ministério e técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Turmas fantasmas, professores sem receber, classes em presídios desativados, alfabetizadores cadastrados no programa à revelia foram alguns dos problemas apontados. Na quinta-feira (5), o ministério já havia ordenado uma auditoria antecipada em todas as ONGs. Só depois disso, a verba voltará a ser transferida. "Devemos realizar as auditorias no prazo mais curto possível", disse Iara. Em todo o país, o governo possui 673 convênios para a execução do Brasil Alfabetizado. No estado de São Paulo, 207 entidades integram o programa. A maioria dos convênios é com prefeituras ou órgãos estaduais. Essas entidades seriam auditadas, por amostragem, apenas no final do ano. Mas, depois da série de denúncias de irregularidades envolvendo ONGs, o ministério decidiu adiantar a fiscalização. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo". Publicado por GABRIEL PERISSÉ 9.7.07Apagão educacionalTivemos o apagão energético. Temos apagão aéreo. Apagão ocorre quando alguma coisa tinha que funcionar e não funciona. Apagões de todos os tipos se anunciam: rodoviário, metroviário etc. O apagão educacional é anterior a todos eles. A repetência, a evasão, aproveitamento escolar baixíssimo, prédios caindo aos pedaços, professores vitimados pela violência, a falta de projetos pedagógicos, o analfabetismo simpliciter e o analfabetismo funcional, tudo isso compõe um quadro de calamidade que já era visível na década de 80. Para resolver apagões é necessário tomar medidas inteligentes. Com sentido de urgência. Os aviões podem não decolar. A lâmpada pode não acender. Mas se a educação se apagar, então não haverá formas de iluminar coisa alguma. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 8.7.07Pensamento em diaSer conciso é dizer com menos de vinte palavras o que pensamos ao longo de vinte anos. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 6.7.07Entre os dias 2 e 5 de julho, a Rádio CBN fez uma reportagem especial sobre violência na escola. Foram quatro matérias. Na última, ontem, uma pequena contribuição minha:Publicado por GABRIEL PERISSÉ 5.7.07Violência na escolaPara ler e refletir, uma notícia de ontem, no Portão Estadão: Especialista defende 'pena educadora' contra violência Reportagem de Valéria França SÃO PAULO - Colocar fogo na cortina da escola e passar cola no assento da cadeira da professora são casos clássicos de indisciplina estudantil, que sempre foram resolvidos pela própria instituição. Mas as supostas molecagens ganham traços cada vez mais violentos e por isso viram ocorrências policiais. Nos últimos 17 dias, pelo menos seis casos graves, que envolveram agressões físicas e dano contra o patrimônio, foram registrados em escolas públicas de São Paulo. Os fatos levam à dúvida de como estes atos devem ser resolvidos. “Casos de extrema violência tem de ser levados à Justiça, sim, e aplicada uma pena educadora”, diz Roberto da Silva, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, que reuniu mais de 70 casos de violência registrados em escolas públicas e particulares no livro, ainda em andamento, Da Sala de Aula aos Tribunais. Autora de três livros sobre o tema, a socióloga Miriam Abromovay lembra que a violência na escola é um problema mundial. “No Brasil, a escola não se adaptou aos novos tempos. O estudante de hoje não aceita o modelo arcaico de antigamente.” Já o professor caiu numa armadilha. Perdeu as principais ferramentas de autoridade e não ganhou estruturas pedagógicas modernas de apoio, que permitam a interação entre o colégio e a sociedade. “O professor tinha autoridade moral comparável com a do padre. Hoje, ele não sabe o que fazer para garantir o respeito na sala de aula.” Isso acontece, segundo Silva, porque os educadores perderam as principais ferramentas que legitimizavam a autoridade. “Até mesmo crianças pequenas têm noções de seus direitos e ameaçam denunciar o professor ao conselho tutelar”, diz ele, referindo-se aos direitos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Em 2002, veio a Lei que determinava a aprovação compulsória na rede pública. “A reprovação era sem dúvida a maior ferramenta de poder do professor.” A expulsão e o afastamento temporário também saíram de cena. Mas as escolas tentam dar um jeitinho, forçando a transferência dos alunos. “Quando não conseguem, deslocam adolescentes mais difíceis de lidar para classes de alunos com necessidades especiais”, diz Silva. Ao conseguir transfere o problema para outra escola. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 4.7.07Pensamento em diaSe você não for sujeito do seu projeto, acabará se tornando mero objeto dos projetos de outros sujeitos. Publicado por GABRIEL PERISSÉ 3.7.071 milhãoO MEC anunciou que investirá 20 milhões de reais em livros. A idéia é atualizar, melhorar as bibliotecas das universidades federais. São 1 milhão de livros, mais ou menos. Trabalho para os bibliotecários. Lenha na fogueira. Fonte de pesquisa para os alunos. Uma revolução não se faz sem armas...
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 2.7.07No tabuleiro da EducaçãoAssim que Lula assumiu a presidência, comecei a acompanhar diariamente os pronunciamentos do MEC. Como qualquer cidadão longe do poder, tenho em mãos apenas o que a mídia nos oferece. Vi a queda de Cristovam Buarque, a ida de Tarso Genro, a chegada de Fernando Haddad, e sua permanência à frente da Educação no segundo mandato. Com estas informações diárias, vou compondo um quadro, sempre fragmentário e limitado, do que o MEC tem feito. São gestos aparentemente isolados, mas fazem parte (quero crer) de um plano estratégico no tabuleiro da Educação. Por exemplo, esta notícia, do dia 27 de julho passado: MEC investirá R$ 20 milhões em livros para universidades O Ministério da Educação vai investir R$ 20 milhões em 2006 e 2007, para tentar atualizar as bibliotecas das universidades federais. Nos próximos dias, começa um censo com os professores das instituições para mapear as deficiências das bibliotecas. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a falta de livros no acervo das instituições é uma das maiores reclamações dos estudantes que fizeram o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o novo Provão. Especialmente daqueles que estão no último ano do curso. No censo, que será feito pela internet, cada professor das federais irá dizer quais livros usa nas suas aulas, quais existem na biblioteca e se o acervo é satisfatório ou não. Serão consultados cerca de 50 mil professores das federais. A partir da lista dos livros mais usados, o MEC deverá fazer a compra para renovar o acervo. A prioridade será dada para os livros mais citados em cada disciplina. "Temos a percepção de que esses R$ 20 milhões representarão um enorme avanço na modernização das bibliotecas das federais", disse Haddad. O ministério também decidiu tornar público parte do portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes). O portal é um site em que instituições de ensino superior cadastradas têm acesso a mais de 9 mil periódicos científicos. Hoje, 163 instituições são cadastradas. "Iniciaremos esse portal livre a que qualquer cidadão terá acesso. Será um acervo importante, tornado disponível através de um acerto entre a Capes e as editoras", disse Haddad. O ministério também pretende incrementar o portal Domínio Público, em que estão disponíveis livros literários e científicos de graça, para qualquer pessoa que quiser baixá-los da internet. Este ano, o número de livros deve alcançar 10 mil, segundo Haddad. (Portal Aprendiz - Agência Estado)
Publicado por GABRIEL PERISSÉ 1.7.07Escrever bemUm especialista em concursos públicos (o juiz William Douglas) costuma dizer que escrever bem é decisivo. "A redação é o funil dos concursos. O avaliador dará preferência a quem tiver clareza no pensamento e capacidade de organizar as idéias" (Revista Veja, 20/06/2007). Mas não só para passar em concursos! Escrever bem é tarefa organizadora de nossos projetos de vida. Escrevendo, escrevivemos. E de vez em quando aparecem novos livros sobre o tema. Recentemente, o livro A fórmula do texto, de Wander Emediato, pela Geração Editorial.
Sempre me lembro daquela brincadeira... quem busca fórmula procura uma for mula. Mas dei um crédito ao livro, traz informações interessantes, especialmente para quem está começando a dura e prazerosa tarefa de escrever. Publicado por GABRIEL PERISSÉ |